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Literatura

Sete escritores que voltam sempre

No Dia do Escritor, os autores mais recomendados em mais de 330 livros indicados pela nossa newsletter

Sete escritores que voltam sempre

Existem livros que a gente lê. E existem escritores que a gente relê. Desde 2021, o Que Semana é Essa?, nossa newsletter semanal, traz em cada edição uma leitura recomendada. São mais de 330 livros indicados e mais de 260 autores diferentes. No Dia do Escritor, celebrado em 25 de julho, selecionamos sete que se tornaram companhia frequente.

Albert Camus. Escritor franco-argelino, Nobel de Literatura em 1957. Sua obra trata do absurdo, da revolta e da busca por sentido em um mundo que raramente oferece respostas prontas. Uma leitura que se sustenta em qualquer década.

Guimarães Rosa. Escritor mineiro, médico e diplomata, publicou Grande Sertão: Veredas em 1956. Reinventou a língua portuguesa a partir da fala do interior, criou uma sintaxe própria e escreveu uma das obras mais originais da literatura em qualquer idioma.

Isaac Asimov. Bioquímico e escritor americano nascido na Rússia, publicou mais de 500 livros. Sua ficção científica pensa o tempo longo, a imprevisibilidade e o futuro das instituições humanas, temas que dizem muito além do gênero.

William Shakespeare. Dramaturgo inglês do século XVI. Ambição, poder, sucessão, ciúme, dúvida. As tramas continuam sendo as mesmas de hoje, escritas com uma precisão que raramente foi igualada nos quatro séculos seguintes.

Nassim Taleb. Ensaísta e ex-operador de mercado libanês-americano. Cunhou o conceito de cisne negro e trouxe para o debate contemporâneo ideias como antifragilidade e risco assimétrico. Leitura frequente entre quem pensa em preservação patrimonial.

Carl Sagan. Astrônomo e divulgador científico americano. Escreveu sobre cosmos, ceticismo e o lugar da humanidade em uma escala que ultrapassa a nossa. Sua prosa combina rigor com uma delicadeza que virou referência para escrever ciência com clareza.

Franz Kafka. Escritor tcheco de língua alemã, morto em 1924 com apenas 40 anos. Deixou uma obra breve, de influência incalculável na literatura do século XX. Estranhamento, angústia moderna e o desconforto de habitar sistemas que não se explicam.

Sete escritores, sete interpretações do mundo, sete formas de escrever que continuam sendo lidas.

24/07/2026

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