A leitura segue sendo uma das formas mais poderosas de ampliar perspectivas. Neste mês, reunimos quatro livros que vão do épico de Homero às narrativas contemporâneas, em leituras sobre memória, identidade, tempo e condição humana.
Na capa, a British Library, em Londres, biblioteca nacional do Reino Unido e uma das maiores do mundo. Seu acervo reúne mais de 170 milhões de itens, entre livros, manuscritos, mapas e registros históricos, incluindo exemplares da Magna Carta e outras obras raras.

Ilíada, de Homero. Homero narra cerca de cinquenta dias da Guerra de Troia a partir da fúria de Aquiles, que se retira da batalha após um desentendimento com Agamêmnon e retorna movido pela perda de Pátroclo. Ao longo da obra, apresenta figuras como Heitor, Helena e Páris para explorar honra, vingança, destino e os custos humanos do conflito.
Os imortais, de Paulliny Tort. A autora acompanha um clã de neandertais em uma passagem por territórios hostis, marcada pela chegada de uma criança sapiens ao grupo. Em narrativa ambientada na pré-história, explora o convívio entre espécies, a descoberta do desconhecido e as origens da experiência humana.
Os últimos dias de Roger Federer: E outros finais, de Geoff Dyer. Dyer parte da aposentadoria do tenista Andy Murray para refletir sobre coisas que chegam ao fim. Ao reunir figuras como Bob Dylan, Turner, Coltrane e Federer, explora a passagem do tempo, o encerramento de ciclos e a relação com aquilo que se amou fazer.
La Antártica Empieza Aquí, de Benjamín Labatut. Labatut reúne seis contos em que certezas, relações e identidades se desfazem aos poucos. Em seu primeiro livro, o autor já explora temas que marcariam sua obra, como a fragilidade humana e os limites da compreensão do mundo.
Na Tori, a leitura é também uma forma de ampliar perspectivas, conectar contextos e aprofundar reflexões.

