Há ofícios que se sustentam em arrebatamento contínuo e prazer pela técnica.
Arthur Mello, sócio e co-CIO da Tori, falou sobre isso na coluna Day Off do Pipeline, do Valor Econômico, em entrevista a Felipe Frisch. Mágico amador desde a infância, ele reflete sobre como estudo, método e disciplina caminham juntos na gestão patrimonial e nos hobbies que cultiva fora do trabalho, que incluem também literatura, arte, gastronomia e pâtisserie.
Para Arthur, o desafio é transformar a complexidade de um portfólio em clareza, para que o cliente compreenda o racional e se sinta seguro.
“Não lidamos apenas com números, mas com histórias, legados, inseguranças e sonhos. A capacidade de ler o contexto é tão relevante quanto o conhecimento técnico.” Arthur Mello
O trabalho com patrimônio, na leitura dele, se aproxima de qualquer ofício que se queira dominar. Pede curiosidade, disciplina, criatividade e atenção humana, qualidades que sustentam o cotidiano da gestão e o que de fato importa, que é construir confiança ao longo do tempo.
Matéria completa na coluna Day Off do Pipeline, no Valor Econômico.

