“Histórias lapidadas: o poder das joias” foi o tema do encontro promovido pela Tori em parceria com a Tonâme, marca de joalheria fundada por Caroline Girard Toquetti. O nome vem do francês e significa “tua alma”. A marca nasce da ideia de que uma joia pode guardar sentimentos, memórias e intenções, estabelecendo uma relação pessoal e duradoura com quem a usa.
A conversa
O encontro reuniu Rafael Gluz, escritor, pesquisador e especialista em história da joalheria, com moderação de Luiza Queiroz, head de Comunicação Estratégica do Grupo Turim.
Ao longo da tarde, os convidados percorreram histórias de peças marcantes que passaram por cortes reais e grandes famílias, tratando de design, identidade, pedras brasileiras e dos diferentes significados que uma joia pode carregar ao longo de gerações.
Joia como registro
Joias preservam aquilo que o tempo não apaga. Podem simbolizar poder, amor, alianças e heranças, e revelam, nesse percurso, formas distintas de compreender patrimônio e valor. Foi esse o fio que conduziu a conversa: a joia como registro de história e de identidade, capaz de perdurar por gerações dentro de uma mesma família e de carregar consigo decisões sobre preservação e continuidade.

